"Não se preocupe com não-respostas ou longos silêncios. Sou a pessoa mais indicada para compreender esse tipo de coisa."
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Dono ou vítima do seu destino?
A gente nunca sabe o que esperar do destino. Ou melhor, a gente não sabe ao exato nem o que é o destino, muito menos qual será o nosso. Será que é verdade essa história de que podemos ficar sentados a vontade porque o que é nosso está guardado? Ou será que a história vedadeira é aquela que diz que devemos nos levantar e nos aventurar na vida, buscando fazer nosso próprio destino? Chega um ponto em que nos perguntamos se somos donos da nossa vida ou ela que é dona de nós. Quem responde essa pergunta, responde a outra relacionada ao destino. Os verdadeiros donos de suas vidas são sempre aqueles que se propõem a vivê-la, e, propondo-se a tal oferta, constroem seus caminhos e os percorrem, escrevendo suas histórias e fazendo seu destino; fazendo suas escolhas, encarando os fatos, experimentando as surpresas que o aguardam. Podemos temer nosso destino ou encará-lo, buscá-lo, fazê-lo. Não se trata apenas da tal história de viver o hoje construindo o amanhã. Trata-se de correr atrás da felicidade, de ultrapassar barreiras, de ser taxado por estar vivendo a vida como um poeta louco, mas, no fundo, está se vivendo para ter um dia material suficiente para poetizar sua vida. Quem é dono do seu destino, é dono da sua felicidade.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

"De repente você vê que aprendeu várias coisas. Mas não foi de repente, foi aos poucos. "De repente" não quer dizer que você aprendeu rápido. Quer dizer que você não percebe que está aprendendo, até que aprende. Você olha pra suas fotos antigas e não consegue se enxergar. Você lembra de frases ditas e atitudes tomadas e as trata como se fossem de um outro alguém. Você aprende que não há amor que não acabe, doença que não se cure, não há estrada sem fim. O caminho, sim, é sem fim. Basta torcer para estar percorrendo o caminho certo. Basta perceber que o seu caminho é errado e esperar pelo próximo retorno. É uma estrada de duas mãos. De repente, você se sente cansado de tanto aprender quando, na verdade, você está é cansado de estar rodeando de gente que não aprendeu porra nenhuma. Não te preocupa. Todos aprendem, cada um a seu tempo. O problema é que alguns demoram tanto que acabam morrendo antes da primeira aula."
Esse texto é do Lucas Silveira do Fresno.
Eu resolvi coloca ele hoje no lugar de algo meu porque cai muito bem pro meu 'momento atual'. Acho que pelo fato de repente eu ter aprendido várias coisas... De repente eu aprendi a me conhecer e entender que eu posso sim faze a minha felicidade se eu souber entender o que se passa dentro de mim. E isso aconteceu. E eu olhei fotos antigas e até rasguei... Aprendi até a parte de que não há doença que não se cure. Eu percebi os meus errados e apostei meu caminho nas coisas mais certas. E sim, há muita gente na minha volta que não aprendeu porra nenhuma. E em momento algum eu me acho superior a elas, enquanto eu acerto em dadas coisas, elas acertam em outras e ponto final. Mas é que a gente nunca aprende tudo e eu só gostaria que algumas dessas pessoas aprendessem coisas que elas não reconhecem a importância. Quem sabe eu pudesse ensinar. Ainda tem aquelas que eu abri mão de que aprendessem algo, e foi nesse momento que eu me conheci mais do que nunca e vi o quanto é forte minha indiferença. Aprendi o mais importante em mim: sou fria e indiferente até quando eu jamais imaginaria ser. E como diz no texto: eu nem sabia que estava aprendendo. Não há explicação para o que acontece dentro da gente em alguns momentos. Momentaneamente eu só consigo explicar que aprendi a me conhecer, aprendi a seguir pelo caminho certo. É, o último mês, ainda que sombrio, me fez crescer, muito. Agradeço por isso; passa a dor, fica a maturidade.
E a foto ai de cima, sei lá, achei bonitinha *-*
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Pense assim: existe uma corda. Essa corda só permanece esticada porque existem duas pessoas, uma em cada ponta segurando ela. E chove, passa uma tempestade e fica difícil se manter segurando ela, mas as duas pessoas continuam ali. E faz muito, muito calor e as mãos ficam machucadas, mas as duas pessoas seguem firmes. E as pernas doem de ficar em pé, mas elas persistem. E mais tempestades passam e elas não largam a corda. Essa vontade toda de não largar a corda parte das duas pessoas, independente de obstáculos, de problemas e dificuldades, elas não desistem, pois, de alguma forma, aquela corda as mantêm ligadas, não as deixam largar também uma da outra. Porém, no meio do caminho, uma das duas começa a pensar que não vale a pena estar ali segurando aquela corda, pensa que, enquanto ali chove, em algum lugar deve haver sol, enquanto ali faz sol demais, em algum lugar há ar fresco. E pensa também que há mais do que aquela pessoa para ela estar ligada. Pensa que talvez aquilo não seja necessário, e perde a vontade de continuar segurando aquela corda. E sim, ela sabe que largar a corda estraga tudo. Por outro lado, a outra pessoa sabe que vale a pena segurar firme e não largar. Sabe o quanto é importante dar valor as coisas verdadeiras e permanecer segurando firme a corda para não largar nada de mão. Sabe também que, embora exista todo um mundo, as pessoas não são descartáveis e substituíveis. Sabe que mesmo havendo mil tempestades, havendo companhia tudo é mais
fácil. E então ela pega toda sua vontade e segue firme segurando aquela corda para não ver nada cair ou rachar. Após algum tempo, a primeira pessoa diz que vai então soltar a corda e ir embora. Assim, sem mais nem menos, sem se importar e nem levar em conta o quanto é importante ali. A segunda pessoa chora, implora por sua permanência durante dias, argumenta, tenta mudar a ideia da outra, mas é tudo em vão. Passado mais alguns dias, a segunda pessoa, já tão afetada pela indiferença da primeira, percebe a coisa mais importante de todas: ela não pode querer segurar a corda pelas duas, ela não pode ter vontade pelas duas. Se a outra quer ir, tudo bem, porque quando algo chega em um ponto onde é necessário implorar-se sem ter cometido erros, é porque já passou do seu tempo. E então, a segunda pessoa disse que iria ela soltar a corda, porque por mais que isso cortasse seu coração, ela não teria mais como provar a outra que estaria cometendo um erro; deveria deixar a vida mostrar isso a ela. Sozinha ela não aguentaria. Teve a sua vontade morta pela indiferença da outra pessoa, mas ficou tranquila porque até onde podia, fez tudo para a corda não ser largada. Enquanto a outra pessoa, soltou a corda, vagou pelo mundo e depois de um tempo percebeu que ali era seu lugar, que aquela pequena corda fazia falta e que nem todas maravilhas do mundo afora compensariam isso. Mas são escolhas, e a corda já não existia mais; e a corda, nunca mais existiria. E, relações humanas em geral, precisam que as duas pontas queiram segurar a corda até o fim para se manterem vivas.
fácil. E então ela pega toda sua vontade e segue firme segurando aquela corda para não ver nada cair ou rachar. Após algum tempo, a primeira pessoa diz que vai então soltar a corda e ir embora. Assim, sem mais nem menos, sem se importar e nem levar em conta o quanto é importante ali. A segunda pessoa chora, implora por sua permanência durante dias, argumenta, tenta mudar a ideia da outra, mas é tudo em vão. Passado mais alguns dias, a segunda pessoa, já tão afetada pela indiferença da primeira, percebe a coisa mais importante de todas: ela não pode querer segurar a corda pelas duas, ela não pode ter vontade pelas duas. Se a outra quer ir, tudo bem, porque quando algo chega em um ponto onde é necessário implorar-se sem ter cometido erros, é porque já passou do seu tempo. E então, a segunda pessoa disse que iria ela soltar a corda, porque por mais que isso cortasse seu coração, ela não teria mais como provar a outra que estaria cometendo um erro; deveria deixar a vida mostrar isso a ela. Sozinha ela não aguentaria. Teve a sua vontade morta pela indiferença da outra pessoa, mas ficou tranquila porque até onde podia, fez tudo para a corda não ser largada. Enquanto a outra pessoa, soltou a corda, vagou pelo mundo e depois de um tempo percebeu que ali era seu lugar, que aquela pequena corda fazia falta e que nem todas maravilhas do mundo afora compensariam isso. Mas são escolhas, e a corda já não existia mais; e a corda, nunca mais existiria. E, relações humanas em geral, precisam que as duas pontas queiram segurar a corda até o fim para se manterem vivas.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
O tal do amor...

Mesmo inconscientemente, todos procuram o amor. Todo dia, toda hora, em todos os lugares. Aquele amor que vai virar a cabeça, levar a fazer loucuras, ocupar o pensamento dia e noite, fará rir, fará até chorar - pois todos temos tendência a procurar o que mais dói para sofrer ás vezes. Aquele amor que se confundirá com paixão e no fundo se descobrirá que é a combinação dos dois. Aquele amor que vai fazer você levantar sorrindo, ir dormir para sonhar com os momentos, idealizar uma vida, dar bom dia mais animado, sorrir sem motivo aparente. Amor que mais parece uma aventura. Amor que dure para sempre. Amor que seja eterno enquanto dure. Amor que simplesmente se sinta. Mais do que isso, amor que seja correspondido. Amor sem limites, sem fronteiras, sem barreiras. O amor onde se é capaz de tudo pela pessoa amada. Amor onde só se enxerga o outro. Uns classificam tudo isso com doentio, eu classifico como a mais bela forma de vida. Nada deixa o sangue mais quente, as batidas do coração mais forte, o sorriso mais sincero, os olhos mais brilhantes do que encontrar aquela pessoa que na hora se sabe que é o amor da sua vida. Não vai ser igual a todas outras pessoas que já passaram por ela. Vai ser diferente. Uma história com suas particularidades desde o início. Esse tipo de amor não se constrói de uma hora para outra, ele simplesmente é predestinado a acontecer. Depois de acontecer, é cada parte desse amor que fará ele valer a pena, ele ser eterno e emocionante. Amor é o início e o fim de cada coração apaixonado. Quando ele bater na sua porta, deixe entrar; viva com toda sua força, vontade, desejo e não o deixe ir embora por nada. Não ache que surgirá algo assim de novo, é um só. E a eternidade dele depende de cada um.
Olha, eu juro que não sou uma pessoa apaixonada. oO
Bom dia pra todo mundo e espero que curtam o post!
Xoxo!
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
'Mas há dias em que nada faz sentido...'

Sabe um daqueles dias estranhos? Pois é, acho que o meu foi assim. Mistura do não saber o que fazer com o não saber o que sentir que te leva a achar que vai enlouquecer. Mas ai, com toda tua força, tu pensa: vai melhora, vai melhora, EU SEI QUE VAI. Tem que melhorar. Eu tenho que saber o que fazer. Não adianta sempre fugir das atitudes e palavras que precisam existir, a gente tem que encarar. Sabe-se lá de onde se tira a força, mas se encara.
Eu encarei hoje meus medos, meus piores sentimentos, minha própria consciência, meus erros e até acertos. O dia não acabou, eu sei que não, mas em uma parte dele eu sei que fiz as coisas certas, apesar da grande tendência a faze-las erradas. Mas considero vencida uma batalha interior. Admiro a mim mesma nesse momento.
Hoje escutei palavras que não vou esquecer. Positivas, por enquanto. Hoje tive um abraço que também não vo esquecer e com certeza vai deixa saudade... Hoje senti falta de alguém e matei a saudade de outro alguém, que logo já sinto falta de novo, mas não sei o quanto ainda é igual dentro de mim... Criei coragem e me acorvadei ao mesmo tempo. Agi e fiquei parada. A importância do hoje é realmente significativa.
A sensação de dever cumprido comigo mesma é algo bom. Pelo menos em alguma coisa no meu dia eu tinha que acertar.
Mais do que importante: hoje usei da minha inconsequência característica e fui madura; hoje usei da minha experiência e fugi do que machuca.
Tu sabes que, apesar de serem outros tempos, sentirei falta e te desejo o melhor.
E tu... Bom, tu sabes o que fazes... Mas nunca se sabe tudo. Também fizesse falta.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
O dia parece nublado lá fora, até chove. Prefiro assim. Gostaria que continuasse assim. Dispenso o calor e o sol. Acho que prefiro mesmo a tempestade, o céu cinza, o frio. Talvez porque aqui dentro, onde se encontram sentimentos e ninguém enxerga, esteja assim: frio, cinza, em meio a uma tempestade. Nublado, definitivamente nublado. Nublado os sentimentos, as decisões, os julgamentos e as palavras. Mas dizem que "amanhã é um novo dia". Tomara que seja mesmo. Preciso que seja. Necessito urgentemente que aqui dentro haja sol, fique menos frio e passe a tempestade. Que as dúvidas sejam levadas pelo vento pra outro hemisfério, bem longe de mim. Mas, mesmo assim, lá fora pode continua nublado; essa conturbação do exterior me agrada, apenas do exterior.
E eu passo meu dia de chuva assistindo episódios de Gossip Girl, escrevendo e rezando pra que o nublado de fora continue, e o de dentro suma. É isso, acho que na minha próxima postagem vo por algo de Gossip mais tarde, uma foto ou algo assim, afinal, nenhum casal se compara a Chuck e Blair *-*
Xoxo.
E eu passo meu dia de chuva assistindo episódios de Gossip Girl, escrevendo e rezando pra que o nublado de fora continue, e o de dentro suma. É isso, acho que na minha próxima postagem vo por algo de Gossip mais tarde, uma foto ou algo assim, afinal, nenhum casal se compara a Chuck e Blair *-*
Xoxo.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Dor, a sua dor e de mais ninguém...
Quando a luz apagar você irá sentir como se a sua dor fosse a do mundo inteiro. Seu coração parecerá que irá bater mais forte até explodir. Seus olhos darão a impressão de serem quase um oceano de tantas lágrimas. Dor. Dor de cada ser humano por cada motivo particular. Mas isso é dor. Pode ser dor misturada com mágoa, com decepção, com derrota, com despedida, com perda, mas é sempre dor. Ninguém tem o estúpido direito de julgar a dor de alguém maior ou menor ou mais ou menos importante do que a sua. É impossível desvendar tudo o que se passa em uma alma que sofre e sente a dor que jamais vai conseguir expressar por completo em palavras, apenas em lágrimas sem fim. O que cada um sente é seu, só seu e não há nada que possa consolar, diminuir e acabar com a dor daquele momento. É claro que o tempo passa e, dependendo da dor, se convive com ela. Mas esquecer ninguém esquece. Todo mundo sabe o que doeu mais em si até o presente momento. Todo mundo lembra do dia em que chorou como a
criança mais indefesa de todas e a dor foi a maior da sua vida. Por mais que todos tentem construir barreiras contra as emoções que a vida pode lhe proporciona, alguma hora o ponto fraco será atingido. Em algum dado momento, assim sem mais nem menos, sem aviso prévio, a dor vai corroer a todos. Não adianta se esconder, não adianta fingir que não dói. Se a dor chegou, chore, sofra, "aproveite o momento". As pessoas mais fortes são aquelas que souberam se reerguer da sua mais sofrida dor, pois são essas que mais sabem o quanto podem ser fortes.
criança mais indefesa de todas e a dor foi a maior da sua vida. Por mais que todos tentem construir barreiras contra as emoções que a vida pode lhe proporciona, alguma hora o ponto fraco será atingido. Em algum dado momento, assim sem mais nem menos, sem aviso prévio, a dor vai corroer a todos. Não adianta se esconder, não adianta fingir que não dói. Se a dor chegou, chore, sofra, "aproveite o momento". As pessoas mais fortes são aquelas que souberam se reerguer da sua mais sofrida dor, pois são essas que mais sabem o quanto podem ser fortes.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Eu queria sim pode agora dividir todos os medos, as dúvidas, as felicidades e as conquistas, mas o que passou não me permiti mais. Não é orgulho. A palavra exata que diz o que é isso eu não saberia achar, mas orgulho não é. Nunca perderia tudo que tinhamos, tudo que passamos, por mero orgulho bobo. Pode ser o cansaço de tentar em vão, mas não cansar de ti, de tentar, porque isso eu passaria a vida fazendo. Digo cansaço de apenas EU tentar. A gente não pode passar a vida inteira querendo fazer questão de quem não torna isso recíproco. Pode não ter sido tua intenção, mas foi essa a forma como teus atos e tua indiferença me afetaram. É, indiferença. Essa é a palavra. Nada matou mais tudo que existia do que a tua indiferença. Se fosse ódio eu estaria feliz, porque representaria que eu ainda existo dentro de ti. Mas indiferença foi literalmente o fim. Que um dia, quando a vida te reserva alguém melhor do que eu, tu esqueça de ser indiferente e possas ser feliz, porque aprendi que só desejando o teu bem eu posso ser feliz. Em mim ficaram lembranças, momentos e, infelizmente, falta de lembranças, falta de momentos e falta de palavras. Ainda sim, indiferente da tua indiferença, te quero bem.
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