
"Ela acreditava que o destino era algo vago, sem definição e inesperado. Ele acreditava que o destino estava nas mãos de cada um. Ela achava a noite perfeita. Ele precisava da luz do dia para sorrir melhor. Ela era distraída. Ele era cuidadoso. Ela sonhava. Ele pensava que sonhos eram bons, mas a realidade devia ser encarada. Ela acreditava no amor. Ele acreditava no amor. Num acaso do destino, em um dia de céu limpo e azul, numa distração dos dois em meio a uma multidão, enquanto eles deixavam os sonhos de lado e pensavam nos compromissos do dia, encontraram-se. Encontraram o amor. Nessa fatalidade descobriram que as diferenças os aproximaram. Distraídos bateram um no outro e num simples olhar reconheceram que não era uma fatalidade comum, era a fatalidade que mudaria tudo. O contraste das diferenças usou do destino e levou o amor até dois distraídos. E alguém contraria que o que está escrito mais cedo ou mais tarde se manifesta?"
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