
'Você já imaginou o que escreveria na sua carta de testamento? A quem agradeceria, a quem se desculparia e pediria perdão, a quem revelaria sentimentos que nunca até então havia conseguido expressar? Quais sonhos diria que se sente feliz por ter realizado e quais se sente triste de não ter realizado? Quantas palavras você escreveria ali que nunca em vida teve coragem de falar? E escrevendo tudo isso você vai parar pra pensar na sua vida, no quanto se arrisco ou se encolheu em busca da sua felicidade. Não daria mais tempo de fazer algo diferente... Aquilo ali foi a sua história, foi o jeito que você mesmo desenhou sua vida e a viveu; foram os sentimentos, beijos e abraços que você deu ou deixou de dar. Não espere a sua vida chegar nesse momento de nostalgia para perceber tudo aquilo que queria ter feito e não fez. Faça em vida tudo que lhe daria vontade de fazer naquele momento. Corra atrás do que te faz feliz, viva suas próprias regras, arrisque-se, ame quem quiser, seja quem quiser. Só nunca deixe de lembrar o tamanho da sua felicidade, nem de expressar seus sentimentos por alguém - nunca se sabe quando irão embora - e de ir em busca de seus sonhos. A vida é agora e, provavelmente, muitos já estão atrasados para vivê-la.'
Odeio meu coração e meu sentimentalismo barato em momento fracos.
Odeio sentir falta de algumas coisas.
Odeio admitir que algumas pessoas podem ter razão em pontos tão delicados.
Amei a matéria e o professor de hoje *-*
Esse texto lembrou-me aquela frase de uma música do Legião Urbana.
ResponderExcluir''É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã, porque se você parar pra pensar, na verdade não há''.