sábado, 15 de maio de 2010

"Sempre fui a palhaça e a ovelha negra da família; sempre tive de pagar em dobro pelos meus pecados: uma vez com broncas, e outra com meu desespero. Não estou satisfeita com o afeto sem sentido e as conversas supostamente sérias. Sinto falta de alguma coisa que papai é incapaz de dar. (...) Só gostaria de sentir que papai realmente me ama, não porque sou sua filha, mas porque sou eu, Anne Frank.'

Livro "O diário de Anne Frank".

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